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saves fazer saves for

8.7.19

SACOS DE VIDA

 Segundo Saco



Quarto Saco

Quinto Saco

Sexto Saco de Vida



Sétimo Saco
Oitavo Saco 
 
Nono Saco



Décimo Saco


 Décimo Primeiro Saco


16.2.19

OH ficina! 2018



 É prá semana e pró semáno


 A Q U E C I M E N T O - O Q U E C I M E N T A
 TEAtroll

 Ó S C U L O S  V O A J A N T E S  N Ã O  I M E N S I F I C A D O S
are welcome 
OH FICINA OH TRAVEZ
Descristalizar é às quartzas


OHcome to the Jingle

HO OH Ó Ficina - ci ci, na na, ci ci!






 "Enquanto na multidão o indivíduo quer ser anónimo, enquanto na massa quer ser igual aos outros, no público ele quer  ser ele mesmo."
 a massa a massa a massa

 tripa teatra



Oh ficcionemos, a perto da mão


A Oh! Ficina acontece às quartzas às 18:30.
Dá para chegar mais cedo. Bater à porta ou assobiar, ambos alto.

Depois experimentamos derreter pedra com calor de amor humano a
praticar a consciência do corpo e do movimento - o ONDE, COMO, QUANDO, no individual e no colectivo, voz, improviso, dramaturgia e composição da personagem.
Vontade, curiosidade, disponibilidade, acção.
Variedades.
Variações.
Em Vraga.

16.6.18

Mão que Molha

Mão que Molha é um chofre de desenhos acompanhados de um poema e vice-versa. Tal como a chegada de uma brisa de tusa súbita que se instala e paira, certa mão quando atravessa qualquer ponto do espaço visível atravessa no fundo mais por dentro que por fora. Por dentro estremece, viaja,  aquece e molha. É desejo inerente, junto ao desejo ardente, que essa mão olhe tanto (por mim) o quão molha. Quer dizer, que o espírito venha com a carne, que a água que o fogo no ar provoca se desfaça terra, em qualquer sítio, a qualquer hora.

Mão que Molha

coa-me
que moa
que mão
que amo
ao coma

o caminho
oh que dá
hóme cá
ah que bom
amo-que
ah que mó

maco mago
que é-me cão
e me coa
mão que molha – que moca.























3.5.18

dá a mão à mão que a terra dá




DÁ A MÃO À MÃO QUE A TERRA DÁ performance esculptó

O que é feito, é feito com o que a terra dá. Esta mesa, esta parede, este ecrã, aquele bicho, toda a luz, qualquer cena. Tratar a terra como se fosse uma extensão do corpo. O que é a terra? És tu, sou eu, é esta mesa, esta parede, este ecrã, todos os bichos, qualquer luzinha, aquela ceninha.

MANIFESTO DELICADO FARTA DESTA MERDA DO:

EXCESSO DO QUE FALTA - de confiança, de brincadeira, de segurança, de descanso, de afecto, de tempo, de liberdade, de responsabilidade, de comunidade, de.

EXCESSO DO QUE JÁ CHEGA - de pobreza, de fome, de trabalho, de disfunções, de proibições, de coisas e mais coisas e mais coisas, de individualismo, de mentira, de.

Quando é demasiado bom já não é mesmo bom, como quando demasiado honesto já não é mesmo honesto, como quando ouvi dizer.



Performance apresentada:

Re: Re: Arranjar  Duração: 1 hora, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Porto 

Sintomas e Manifestações Associadas Duração: 2 horas, Serralves em Festa - Biblioteca do Museu de Serralves, Porto 

AFINAL Duração: 1 hora e 30 minutos, Espaço Campanhã, Porto

I Encontro Internacional Cultura Natura no Antropoceno - Duração: 30 minutos, Porto