.
saves fazer saves for

16.2.19

OH ficina! 2018



 É prá semana e pró semáno



  Tea Troll

 
 

 Ó S C U L O S  V O A J A N T E S  N Ã O  I M E N S I F I C Á V E I S
are welcome 
 
DESCRISTALIZAR é ÀS QUARTZAS


OHcome TO THE JINGLE

GAIVOTAS EM VRAGA
Oh! Ci ci, na na, ci ci
velcome


OH FICINA OH TRAVEZ







 "Enquanto na multidão o indivíduo quer ser anónimo, enquanto na massa quer ser igual aos outros, no público ele quer  ser ele mesmo."
 A MASSA A MASSA A MASSA


 TRIPA TEATRA



OH FICCIONEMOS A PERTO DA MÃO


A ÓÓÓÓÓ Ficina aconteceu semanalmente, entre Janeiro e Julho 2018, no Projéctil - um colectivo que habitou um espaço do mesmo nome, (entretanto parte transladada para o Centro Comercial Galécia, como Cantigas do Poço), orientada por Helena Carneiro. As pessoas foram convidadas a participar de forma gratuita, tivessem ou não experiência teatral, pudessem ou não assegurar a sua presença de forma contínua. Com a assiduidade de dez pessoas criou-se uma espécie de colectivo. Fez-se uma apresentação pública a 13 de Maio, "Sem Título - Sexta-feira Santa" - com textos de Rodrigo García, num evento de artes experimentais e sonoras - Parva Música, organizado por um colectivo de artistas residentes no Porto em colaboração com o Projéctil, em Braga.
A divulgação da Ho Oh Ó Ficina fez-se boca-em-boca e no Facebook, que sugeria nos seus eventos tratar-se do seguinte:

"A Oh! Ficina acontece às quartzas às 18:30.
Dá para chegar mais cedo. Bater à porta ou assobiar, ambos alto.

Depois experimentamos derreter pedra com calor de amor humano a
praticar a consciência do corpo e do movimento - o ONDE, COMO, QUANDO, no individual e no colectivo, voz, improviso, dramaturgia e composição da personagem.
Vontade, curiosidade, disponibilidade, acção.
Variedades.
Variações.
Em Vraga."

3.5.18

dá a mão à mão que a terra dá




DÁ A MÃO À MÃO QUE A TERRA DÁ performance-esculptó

O que é feito, é feito com o que a terra dá.
Esta mesa, esta parede, este ecrã, aquele bicho, toda a luz, qualquer cena.
Tratar a terra como se fosse uma extensão do corpo.
O que é a terra?
É esta mesa, esta parede, este ecrã, és tu, sou eu, todos os bichos, qualquer luzinha, aquela ceninha.

MANIFESTO DELICADO FARTA DESTA MERDA DO:

EXCESSO DO QUE FALTA - de confiança, de brincadeira, de segurança, de descanso, de afecto, de tempo, de liberdade, de responsabilidade, de comunidade, de.

EXCESSO DO EXCESSO - de pobreza, de fome, de trabalho, de disfunções, de proibições, de coisas e mais coisas e mais coisas, de individualismo, de consumismo, de maus-tratos, de mentira, de.

Quando é demasiado bom já não é mesmo bom, como demasiado honesto já não é mesmo honesto, como quando ouvi dizer.

---

Performance apresentada:

"Re: Re: Arranjar"
Duração: 1 hora, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Porto

"Sintomas e Manifestações Associadas"
Duração: 2 horas, Serralves em Festa - Biblioteca do Museu de Serralves, Porto

"AFINAL"
Duração: 1 hora e 30 minutos, Espaço Campanhã, Porto

"I Encontro Internacional Cultura Natura no Antropoceno"
Teatro do Frio - Duração: 30 minutos, Porto

2.3.17

ideia ranhosa

esferográfica, ranho, em guardanapo de café

Madrogada


17.9.16

Revelações Criptónicas

assimnaturas:

A Terra e Lua, são para não esquecer de ser tão da Terra como a terra é do Espaço. Pois que a Terra é um mundo sem fim, mas também é assim minúscula e mal feita no meio de algures - uma esfera redonda perfeita em simultâneo de calhau, irregular como um calhau deve ser. E a lua igual. E não esquecer portanto como tudo muda se mais ao perto ou mais ao longe. E que as coisas mal feitas são belas também. E que nunca estamos sozinhos.

As gaivotas, é a lembrar que para lá do Há vida em Marte, Há vida em Vénus, e Há vida na Terra também, e que na terra também há quem voe. E que nunca se está sozinho.

 Há vontade portanto, à vontade.